Como todas as suas crônicas , excelente . Retrata com elegância e precisão a maior ironia da vida: seu fim, ainda que seja para um desconhecido. Penso que a finitude temporal dos seres vivos seja uma injustiça ontológica . Como em outros textos, colore de significado a vida cotidiana , preenche de sentido os momentos mais simples .
Como todas as suas crônicas , excelente . Retrata com elegância e precisão a maior ironia da vida: seu fim, ainda que seja para um desconhecido. Penso que a finitude temporal dos seres vivos seja uma injustiça ontológica . Como em outros textos, colore de significado a vida cotidiana , preenche de sentido os momentos mais simples .
Muito agradecido, Rodrigo!!!
Excelente e enigmática crônica
Muito bom, tocante