Para este poema, de minha lavra,
Procuro ansioso por uma palavra
Que bem ou mal rime com "mulher".
Olho em volta e ei-la: Tupperware!
Rogando sinceras escusas,
Despeço-me das eternas musas,
Ciente de merecer o açoite.
A todas — e a todos —, boa noite!
(Publicado originalmente no Facebook - aqui, levemente modificado. Sou do tipo que não consegue jogar fora nada do que faz, por pior que seja...)
Discussão sobre este post
Nenhuma publicação


